sexta-feira, 16 de março de 2018

O PESO DO ESTEREÓTIPO

No que se refere aos distúrbios da alimentação podemos dividir a humanidade em dois grandes grupos, aquelas que comem de menos e aqueles que comem demais. Os primeiros compreendem aqueles para os quais falta comida – os habitantes do Terceiro Mundo – e aqueles que, mesmo dispondo de alimento, recusam-no por razões emocionais. A abundância de comida e a voracidade, por sua vez, geraram o problema da obesidade, que, mesmo em países como o Brasil, é hoje uma questão de saúde pública.
A extrema obesidade está associada a diabetes, hipertensão arterial, doença cardiovascular, problemas articulares. E resulta numa imagem corporal que não é das mais agradáveis – ao contrário do que acontecia no passado, quando a maior ameaça era representada pela desnutrição. Mulheres gordinhas eram valorizadas, como se pode ver nos quadros de Rubens ou de Cézanne. Na época deste último, o grande espectro era a tuberculose, comumente associada à extrema magreza. Pela mesma razão, na cultura hotentote são valorizadas mulheres com nádegas grandes, a gordura ali depositada equivale a uma “poupança” mais importante que qualquer poupança bancária. As coisas mudaram: “You can never be too rich or to thin” é um dito corrente nos Estados Unidos, ou seja: “excesso de riqueza ou de magreza não prejudica”. Riqueza é símbolo de sucesso, magreza é a imagem da elegância. O corpo transformou-se num objeto a ser exibido. E isso resulta num conflito: de um lado está a indústria da alimentação, com toda a sua gigantesca propaganda, ninguém mais vai ao cinema sem levar junto um contêiner com pipocas (como se a pessoa não pudesse passar duas horas sem comer). De outro lado, temos o estigma representado pela obesidade.
O resultado é um conflito psíquico que se manifesta de várias maneiras, mais notavelmente pela anorexia nervosa. Que não é coisa nova. Já na Idade Média, Santa Catarina de Siena tornou-se famosa por evitar o alimento. Comia pouquíssimo, apenas o suficiente para não morrer de fome. Mas a razão ali era religiosa; voracidade era pecado, contenção alimentar era virtude. O conflito emocional que leva à anorexia é de outra natureza, e bem mais recente. Até os anos 50 a anorexia nervosa era pouco mais que uma curiosidade médica. Mas em meados dos anos 70 um estudo mostrava que cerca de 10% das adolescentes suecas eram anoréxicas. Em 1980 os transtornos psicológicos da alimentação já eram um dos problemas mais frequentes entre as jovens universitárias americanas. O gênero, no caso, é fundamental porque anorexia é muito mais frequente entre moças. Também é importante a classe social: a classe média é mais propensa a ela que os pobres.
Estudar a anorexia e outros distúrbios alimentares tornou-se prioridade médica. Aqui é preciso destacar o papel pioneiro da psiquiatra americana Hilde Bruch, nos anos 70. Baseada em vasta experiência, Bruch mostrou que a anorexia resultava de um conflito entre o desejo de atender às expectativas sociais de uma silhueta esbelta e a vontade de comer, fomentada pela mídia. E por que isso é mais frequente no sexo feminino? Porque, diz Bruch, os rapazes têm outras formas de expressar seus conflitos, através da revolta juvenil, por exemplo. Entre as garotas, o perfil familiar também é importante. A anoréxica vem de uma família em que o pai ou a mãe, ou ambos, são pessoas bem-sucedidas, ambiciosas, preocupadas com aparência física e a pressionar a filha para ser esbelta e elegante. O resultado pode ser uma sobrecarga emocional insuportável, com consequências devastadoras, até porque a anorexia pode se acompanhar de distúrbios hormonais graves. E não raro a jovem necessitará de acompanhamento terapêutico especializado. Em termos de peso corporal, como em relação à carga emocional, o ideal não é nem a falta nem o excesso. O ideal é o equilíbrio, mas para isso a sociedade precisa se conscientizar dos problemas representados pelos estereótipos que cria.
Retirado da Revista Bem Viver – Mente & Cérebro, ano 13, n.152. Acessado em: 13/02/2015

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EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO

1) De acordo com o texto, como se caracterizam os distúrbios alimentares?

2) Qual problema a abundância de comida e a voracidade traz para a saúde humana?

3) Quais problemas a extrema obesidade causa na saúde do ser humano?

4) De acordo com o texto, qual era a maior ameaça à saúde pública no passado? E por quê?

5) Você concorda com dito popular corrente nos Estados Unidos: “excesso de riqueza ou de magreza não prejudica”? Justifique sua resposta.

6) De acordo com o texto as mulheres valorizadas no passado eram as “gordinhas” com nádegas grandes. Essa realidade mudou. Hoje o “corpo transformou-se num objeto a ser exibido”. Explique por quê?

7) Atualmente a prioridade médica estudar os distúrbios alimentares, então o que é anorexia nervosa?

8) A anorexia nervosa, de acordo com o texto, esta associada as adolescentes da classe média, porque é mais frequente no sexo feminino?

9) Em relação ao peso corporal e à sobrecarga emocional causada pela busca do corpo perfeito, qual é a sugestão indicada pela Revista Bem Viver?

ALIMENTAÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA


Alimentar é dar ao organismo os nutrientes necessários à sua manutenção. Os nutrientes são encontrados nos alimentos, que podem ser tanto de origem vegetal como animal. Os alimentos são partidos em pequenas porções pelos processos de digestão e absorção, que começa na boca, através da mastigação, e termina nos intestinos, onde os nutrientes são absorvidos, para serem usados nas células, tecidos, músculos, órgãos, enfim por todo organismo.
Nenhum alimento conterá todos os nutrientes necessários à manutenção da vida e um mesmo tipo de alimento pode oferecer ao organismo nutrientes em excesso, que podem causar várias doenças. O ideal então é equilibrar a alimentação. A Pirâmide Alimentar foi criada para ajudar e a entender como equilibrar esses alimentos diariamente. Os alimentos são agrupados de acordo com as suas funções e seus nutrientes e é dividida em 8 grupos. Nenhum grupo pode ser utilizado como única fonte dos nutrientes, por que, nenhum grupo contém todos os nutrientes.
A pirâmide funciona da seguinte maneira, a base larga, indica os alimentos mais necessários e que devem ser mais consumidos. A medida que vai sumindo na pirâmide vai diminuindo a necessidade de consumir esses tipos de alimentos, chegando até a ponta da pirâmide que indica alimentos que devem ser ingeridos em poucos quantidades. Todos os alimentos contidos são importantes, o que muda é a quantidade a ser ingerida. A quantidade é especificada para cada grupo.
Alimentos como açúcar, as gorduras e o sal podem ser encontrados em vários grupos, por já estarem presentes naturalmente nos alimentos. A ingestão particular desses alimentos, como por exemplo: o sal de cozinha e o açúcar de mesa, devem ser alvos de atenção. Uma vez que o seu excesso pode acarretar vários comprometimentos a saúde. O mesmo vale para as gorduras, principalmente a gordura animal, que é rica em colesterol.
A água, não faz parte da pirâmide alimentar tradicional, porém alguns nutricionistas defendem que á água é a base da pirâmide, por ser essencial a vida e presente na maioria dos seres vivos. No ser humano, representa até 70% do corpo. A água serve para hidratar o organismo, ajuda a dissolver os alimentos e transportar os nutrientes. Um adulto deve beber de 1 a 3 litros de água por dia.
As funções dos nutrientes para a atividade física são os de fonte de energia com os carboidratos, armazenados no nosso organismo no fígado e no músculo e será utilizado para ativar os músculos durante a atividade física. As proteínas atuam como componente construtores dos tecidos corporais (especialmente músculos, cartilagem e ossos), enzimas, hormônios, componentes do sistema imune entre outras. As melhores fontes de proteínas são encontradas em alimentos de origem animal (carnes, leite e seus derivados e ovos). As gorduras devem ser consumidas em quantidades moderadas, principalmente por atletas, mas não devem ser consideradas como um vilão para quem pratica atividade física, pois elas desempenham funções importantes no organismo, constituindo a maior reserva corporal de energia. Funcionam também protegendo órgãos vitais e a gordura corporal localizada logo abaixo da pele funciona como isolante térmico. Além disso a gordura funciona como carregador e meio de transporte das vitaminas (A, D, E e K), logo a sua eliminação ou redução significativa da dieta pode resultar numa menor concentração dessas vitaminas. As vitaminas e sais minerais são encontrados em alimentos como verdura, legumes, hortaliças e frutas, fazem parte da função reguladora e estrutural do músculo, importante para o desempenho do atleta no decorrer da atividade física
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
1) O que significa a palavra alimentar e qual é o processo de absorção dos nutrientes?
2) Podemos nos alimentar com apenas um tipo de alimento? Por quê?
3) Quais alimentos devemos comer moderadamente e porque?
4) A água não faz parte da Pirâmide Alimentar, então por que devemos ingeri – lá?
4) Para que serve a Pirâmide Alimentar?
5) As carnes e ovos são pertencentes à qual grupo da Pirâmide Alimentar? Qual a função destes nutrientes para a Atividade Física?
6) Sabemos que os carboidratos são indispensáveis para a prática de atividades físicas. Explique quais são as funções desses no organismo?
7) Onde encontramos as vitaminas e sais minerais? Qual sua função na atividade física?

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Importância da Educação Física - Reportagem do Esporte Espetacular




Resenha da Reportagem do Globo Espetacular do mês de janeiro de 2017.

          A reportagem traz a importância da Educação Física para formação das pessoas e como é a realidade da Educação Física no Brasil. Os nossos atletas famosos que conhecemos começaram a praticar esporte na infância e seus primeiros contatos foram nas aulas de Educação Física. Nesse sentido, o Globo Espetacular faz uma série de reportagem sobre a Disciplina de Educação Física para investigar a realidade dessa disciplina no Brasil e no mundo.

O que é educação Física? É uma disciplina escolar que faz bem a saúde física, intelectual e social. Não ensina só o esporte, mas leva a criança e o adolescente a ter um conhecimento mais amplo, maior de si, do outro e do mundo. Ela ensina valores, companheirismo, amizade, cooperação, socialização, respeito ao próximo, igualdade, solidariedade, determinação, solidariedade.
        
         A reportagem faz está pergunta sobre o conceito de Educação Física, por causa, do contexto de que a Educação Física na Escola passa no Congresso Nacional. As pessoas que sempre amaram a Educação Física ficou com a respiração presa no mês de setembro de 2017, devido, a proposta do governo no Congresso Nacional, com a Medida Provisória, de mudar tempo escolar do ensino médio e fim da obrigatoriedade da Educação Física e das aulas de arte. O que não durou muito tempo a primeira proposta do governo. A Medida Provisória volta atrás com a obrigatoriedade da Educação Física e com a aula de Arte. Isso surpreendeu a comunidade da área, pela importância dessa disciplina na formação das pessoas. 
      
       O professor doutor Osvaldo Luiz Ferraz demonstra essa preocupação por existir estudos, pesquisas e experiências positivas da Educação Física na formação do aluno, na qualidade de vida e na saúde a longo prazo. O secretário de Educação Básica do MEC, Rossieli Silva reforça que a Educação Física está garantida por compor a Base Nacional Comum. O que chama atenção é no efeito cascata que vem sofrendo a disciplina de Educação Física, primeiro a sua redução na grade curricular, agora retirar do ensino médio a obrigatoriedade da Educação Física, depois será do ensino fundamental. Dessa forma, a formação do aluno que já precária e fragmentada, de pouca qualidade, afetará seu futuro e sua qualidade de vida quando adulto.
       
         O tema ficou relevante e com muitas perguntas, que foi preciso parar para pensar e exercitar nosso papel de questionadores do modelo dessa Educação Física no Brasil. Os espaços escolares são distintos, com materiais adaptados, que o mostra a própria realidade social do Brasil. Pensar a realidade social do Brasil é pensar a Educação Física na escola, com várias realidades e com vários sujeitos. Escolas de grandes centros urbanos são mais privilegiados do que as escolas de cidades pequenas. Dentro do próprio município essa desigualdade é mostrada e percebida pelo aluno e comunidade.
         
         De acordo com o Censo Escolar de 2013, apenas 66,1% das escolas tem Educação Física. Em uma escola no Rio de Janeiro, leva a Educação Física muito a sério e está trabalhando para que todos os alunos possam ser bons atletas. Nos países que foram sede das Olimpíadas deixaram um legado muito grande para aquela cidade. As outras cidades que não tiveram nenhuma participação direto das Olimpíadas tiveram pouco legado ou quase nenhum.
       
       No censo Escolar de 2013 também revela que apenas 32% das escolas públicas, do ensino fundamental, tem quadra e na rede estadual voltado para o ensino médio são 75,5% das escolas tem quadra. Mas para Educação Física, apenas a quadra é suficiente? É preciso pensar para além da quadra, mas também no tempo destinado a aula, na distribuição das aulas, no vestiário, bebedouro, piscina, academia, de forma igual e justa para os alunos.
        
         Em outra realidade, na cidade de Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco, a escola municipal não tem estrutura adequada, nem quadra e nem material suficiente. Mas o professor de Educação Física, Rafael Rosendo, tem boa vontade, interesse, estudo e ajuste com a realidade que se encontra. Com um pátio amplo e cheio de pilastra, ele supera a dificuldade com criatividade e respeito ao direito do aluno a Educação Física. As realidades entre as duas escolas mostradas são gritante e inúmeras, mas tem uma semelhança na presença e responsabilidade do professor. Agora, a falta de interesse de quem?

Qual o tamanho da Educação Física na vida de uma pessoa?
O esporte é tratado da mesma forma que as disciplinas intelectuais, com a mesma importância que matemática e português. Os meninos e meninas jogam juntos e crescem juntos, amparando suas dificuldades e suas superações. A escola que desenvolve o projeto experimental esportivo tem uma estrutura ampla e diversificada, de campo, pista, quadra, ginásio, piscina, material esportivo e disponibilidade dos alunos. Todo este material e estrutura é motivacional para o desenvolvimento e formação do aluno. Mas nem todas as escolas não são assim ou tiveram um legado público para as futuras gerações e futuros atletas. O que acontece realmente nesta realidade escolar acontece na realidade social, a manutenção da desigualdade social.


        A pessoa que vivência na sua infância e na adolescência uma vasta experiência motora nas aulas de Educação Física apresenta mais sucesso no futuro, independente da prática esportiva que escolher. A consciência e o conhecimento construído na fase de aprendizado inicial, na escola, em especial na aula de Educação Física, quando adulto, será mais autônomo e mais independente. A prática de várias atividades físicas contribuirá no desenvolvimento motor, intelectual e social. Um conjunto de atividade que faz um bem danado a cabeça e ao corpo. O incentivo dos atletas e do futuro adulto começa pelo professor, ao realizar sonhos, construir uma carreira, ser um profissional seguro e com sucesso para a sociedade. A responsabilidade da Educação Física na Escola está na mão do professor, sem desconsiderar os aspectos anteriores, mas o vídeo conclui que a centralidade da formação e socialização do alunos está no trabalho do professor, independente da estrutura e do material.

JORNAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA



A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA


Mirna Moreira Batista
Janeiro de 2014

       Todos nós sabemos da importância de fazer uma atividade física, de se manter ativo e participar das aulas de Educação Física na escola. Ouvimos da importância na escola, nos jornais, nas rádios, nas novelas, na internet, dos nossos familiares e amigos, até nas rodas de conversar. Mas o que falamos e pensamos está longe daquilo que praticamos na escola, infelizmente! Parece estranho, mas não é difícil encontrarmos na escola, alunos e alunas que têm resistência das aulas práticas, ou dizem que não gostam, ou dificuldade de sentir incluído nas aulas. Do ponto de vista dos alunos, a disciplina de Educação Física é só esporte, principalmente a partir do 6º ano. O que faz o aluno perder a oportunidade de conhecer e vivenciar outras práticas da cultura corporal.


Atualmente a prática do esporte não é exclusiva da escola, pode ser praticada em qualquer lugar, no clube, na rua, no parque, na praça ou no quintal. As experiências que temos com o esporte ainda está muito reforçada na competição e no individualismo. As outras atividades, como o pique pega, a corrida, a amarelinha, a ginástica, a dança, o atletismo, o alongamento são colocados em momento de isolados e sem contexto, apenas para um aquecimento.

É uma realidade mais comum que imaginamos. Ainda vemos o professor desperdiçar o tempo da aula, dando uma bola aos alunos, para que eles joguem apenas o futebol e vôlei. O que provoca a exclusão dos outros alunos que não tem habilidade, não gostam de esporte, não sabem jogar ou até mesmo as meninas. Ainda exite muitos profissionais que não se preocupam em motivar ou incentivar nos alunos a vontade de superar seus medos, sua vergonha e seus pré – conceitos sociais. A educação física não se resume ao modelo esporte de alto rendimento, para formação futuros atletas.

A escola é um espaço privilegiado do aprendizado da cultura corporal. A prática da Educação Física não é engessada a uma única prática esportiva ou um único jeito de praticar e participar das aulas. O mais legal da aula é a inclusão do outro na atividade física, reforçando os laços de amizade e de afeto que fazemos com os amigos e professores. Desse modo, podemos nos sentir importante e participante na sociedade, sem discriminação ou exclusão.

Então, por que a educação física é vista na escola como uma disciplina complementar, menos importante que o português e matemática? Será que a educação física é apenas um momento de relaxar, descontrair, mexer no celular e ficar sem fazer nada? O que leva alguns alunos não gostarem das aulas de educação física? Vamos enumerar alguns pontos de reflexão: 
  • Expectativas diferentes entre professor e aluno. 
  • O professor não ajusta o espaço e material que tem para cada realidade.
  • Professor que não planeja as aulas.
  • Prática exclusiva dos esportes, da competição e da individualidade.
  • Centralidade nas disciplinas ditas intelectuais.
  • O professor acha que os alunos não gostam de aprender conteúdos novos.
  • Modelo tradicional de educação física.
  • Atitudes preconceituosas e excludente.
  • Falta de preparo e interesse do professor.
As aulas podem ser dinâmicas, estimulantes e interessantes. As aulas podem aproximar o que aluno sabe com interesse do professor para alcançar o mesmo objetivo. O professor é mediador do conhecimento, ele auxilia o aluno a ampliar sua experiência, vivência com a cultura corporal. Ele pode inovar e diversificar as aulas, sempre conversando e trocando ideias com o aluno, aliando as expectativas.

A aula de Educação Física é capaz de proporcionar atividades que possibilite o desenvolvimento motor, a socialização, a autonomia, a cooperação e a igualdade. Os exemplos de prática são inúmeras, alguns exemplos são os jogos, a dança, a música, a expressão corporal, a mímica, as gincanas, as leituras, os trabalhos em grupo, as dinâmicas em grupo, no uso de tv, dvd, nas pesquisas individuais, etc. Basta o professor e o aluno serem responsáveis pelo processo de ensino – aprendizado, com seriedade, compromisso e muita criatividade.
Vamos tentar incluir a todos? Esse é o desafio.

Referencial:
BETTI, Irene Conceição Rangel. Esporte na escola: mas é só isso, professor? Revista Motriz: v. 1, n. 1, pg. 25 a 31, junho de 1999.

Exercício de fixação 

01 – Onde ouvimos da importância da educação física para o aluno?

02 – Qual é a associação que o aluno faz com a disciplina de Educação Física?

03 – A prática do esporte é exclusiva da Educação Física Escolar? Porque?

04 – Como fica as outras atividades físicas na escola e quais são?

05 – Quem influência os alunos a pensar que Educação Física na Escola é esporte? E o que acontece quando é desperdiçado a aula com a prática exclusiva do esporte?

06 – Se a aula de Educação Física não é apenas esporte, como podemos mudar essa realidade?

07 – O que leva alguns alunos a não gostarem das aulas de Educação Física?

08 – Como as aulas de Educação Física podem ser desenvolvidas?

09 – Quais são os exemplos de atividades para o desenvolvimento das aulas de Educação Física? O que elas são capaz de proporcionar ao aluno?

10 – Quem são responsáveis pela aula de Educação Física?

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Alterações no corpo humano decorrente do exercício físico

Estudar o exercício físico ou a ginástica ou a caminhada é mergulhar na fisiologia humana para entender o que ocorre no nosso corpo humano durante a prática do exercício físico e quais são as alterações do treinamento ao longo do tempo.

É nesse momento que a Educação Física vai buscar na biologia o conhecimento do corpo humano, para tentar explicar as práticas corporais e os efeitos dos treinamentos para emagrecer ou ganhar massa magra.

Uma questão do ENEM de 2012, trouxe estes apontamentos dos efeitos do exercício físico, a ventilação pulmonar, circulação sanguinea e o metabolismo de energia, da qual, estão interligados durante o exercício físico e melhoram com o treinamento contínuo e duradouro.
A partir dos efeitos fisiologicos do exercício físico no organismo  apresentados na figura acima, são adaptações benéficas à saúde de um indivíduo?

Você sabe a resposta? 

Você sabe explicar fisiologicamente o que ocorre no nosso organismo? 

A resposta é a diminuição da frenquencia cardíaca em repouso e o aumento da oxigenação.

E aí, entendeu????? 

Vamos entender melhor!

A prática de exercício físico acarreta uma melhora na condição física do organismo ao longo das práticas corporais, tais como caminhada, ginástica, ciclismo, natação, entre outros, pois estimula o músculo do coração, tornando-o mais forte, maior e mais eficiente em transportar o oxigênio. Para este transporte ser mais eficiente o corpo cria novos caminhos de transporte, com novas micro veias, que faz chegar mais oxigênio no músculo. Com isso quando esse organismo ficar em repouso, o coração irá bombear mais sangue com menos batimentos, pois a força do músculo será maior do que a quantidade de batimentos. Levando a uma redução da frequencia cardíaca, e em consequência, haverá mais passagem do sangue pelos pulmões, aumentando a oxigenação do sangue. 

Agora que você quer saber mais sobre o que ocorre no corpo humano durante o exercício físico e seus efeitos com o treinamento, assista este vídeo e pesquise mais sobre o tema e não fique no senso comum ou ir pela opinião dos outros.
Refetencial: 
Educação. ENEM 2012, questão 96. Disponível em:<http://educacao.globo.com/provas/enem-2012/questoes/96.html>. Acessado em 08 de setembro de 2017.
Os impactos das fibras musculares no treino. Responsabilidade de Autoridade Fitness, 2016. Duração de 4m00s. Disponível em:<https://youtu.be/0GKgxl2mMSk>. Acessado no dia 08 de setembro de 2017. 

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Alongamento ou aquecimento? O que vai ser.

Para saber a resposta correta devemos sempre dúvidar, questionar, ler muitas referências científicas ou não, perguntar, pensar por conta própria para depois formar uma opinião sobre o assunto. Mas mesmo depois, de ler, questionar, pensar e preciso estar aberto para novas ideias, pois no campo do conhecimento é tudo mutável e renovado, o que pode ser bom hoje, amanhã já temos dúvida da sua eficiência.

Isso pode ser comprovado sobre o alongamento e o aquecimento antes e depois do exercício físico. Os dois podem ter quase a mesma função porém tem objetivos diferentes. O tema nos dispertam dúvidas e encantamento ao mesmo tempo, o que mostram que nada sabemos sobre eles. O conhecimento é tão vasto e amplo, que se buscarmos apenas um referencial, podemos cair no erro de achar que o alongamento e aquecimento são a mesma coisa ou que os dois previnem lesões ou que devemos fazer os dois antes do exercício físico, então podemos ser taxativos e parcial.

Alongar pra quê? Quais são suas ações no corpo humano? Qual sua função e seu obejtivo real? Será que existe mais de um tipo de alongamento? Qual devo usar? Qual intensidade, frequência e duração? Afinal, pra que serve o aquecimento? Qual sua função? O que eles provocam de alteração no meu corpo? Qual devo escolher alongar ou aquecer? O aquecimento tem variações? E assim vai, quanto mais perguntas maior a probalidade de aumentar meu conhecimento.

Parece muito obvio quando pensamos sobre os dois temas, e ao tentar responder rápido e pelo senso comum, podemos limitar o saber e perderemos a oportunidade de aprofundar no conhecimento. O conhecimento é duradouro e para sempre, isso sim, deve ser feito com cuidado e muita observação para não fazermos conclusões precipitadas.

Conto com você para novas dúvidas, questionamentos e reflexões sobre o tema. Posta aqui embaixo seus comentários e pensamento. Você concorda ou descorda de mim, e porque!

 Referencial:
Será que fazer alongamento é uma boa ideia? Responsabilidade de Autoridade Fitness, 2016.Duração de 5m34s. Acessado em  6 de setembro de 2017.
O que acontece com o seu corpo quando você faz um bom aquecimento. Responsabilidade de Autoridade Fitness, 2016.Duração de 4m37s. Acessado no dia 6 de stembro de 2017.

domingo, 27 de agosto de 2017

Efeito da caminhada no corpo humano



1-Discreto aumento do peso corporal por aumento da massa muscular.
2-Maior duração do trabalho físico antes da exaustão.
3-Fortalecimento dos músculos do sistema respiratório e aumento da capacidade vital.
4-Maior eficiência mecânica nos esforços.
5-Coração mais forte trabalhando menos.
6-Retorno mais rápido da frequência cardíaca e da pressão arterial à normalidade, após o trabalho.
7-Melhora da circulação sanguinea.
8-Menor concentração de ácido lático no sangue para uma determinada carga de trabalho.
9-Menor número de movimentos mecânicos para uma dada tarefa.
10-Menor concentração do sistema nervoso para execusão de determinada tarefa.

Referencial:
Efeitos do exercìcio fìsico no corpo humano. Disponìvel em <http://edfisicaativa.blogspot.com.br/2009/05/efeitos-do-exercicio-fisico-no-corpo.html>. Acessado em 27 de agosto de 2017
Benefício da corrida - legendado. Resposabilidade de Jeferson Bonacina.  Duração 3m09s. Disponìvel em <https://youtu.be/md10htxoQGk>. Acessado em 27 de agosto de 2017.

O PESO DO ESTEREÓTIPO

No que se refere aos distúrbios da alimentação podemos dividir a humanidade em dois grandes grupos, aquelas que comem de menos e aqueles qu...